É um dis que dis, uma metáfora de um tempo que não chegou a ser. Vamos atrasar o relógio, fingir que somos românticos e que, nostálgicos de eras nevoentas e esbranquiçadas, gritamos por um novo tráfico, um em que possamos continuar a fingir sem ninguém dar conta.
domingo, 10 de novembro de 2024
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